Arquivo para a Quadrinhos categoria
Tosco Friday
Postado em Quadrinhos em março 15, 2011 por SchaffnerO melhor talk show da rede. Allan Sieber bebendo vinho enquanto recebe convidados paa um bate-papo no estúdio. Na estreia, Tiago Lacerda. O desenhista, of course
Mangá censurado
Postado em Quadrinhos em janeiro 29, 2011 por SchaffnerReportagem da Claudia Sarmento em O Globo de hoje
O governo de Tóquio realizará em março sua feira anual de mangás e animês – o mais importante evento internacional de um gênero que tem os japoneses como mestres mundiais. Mas algumas das principais empresas do setor, entre editoras e produtoras, anunciaram um boicote à Tokyo International Anime Fair deste ano. O mundo dos quadrinhos e desenhos animados do Japão – fonte de inspiração para nomes como Quentin Tarantino, Luc Besson e os irmãos Wachowski – está em guerra, e o inimigo é uma nova lei que limita a distribuição de imagens consideradas impróprias para menores. A briga virou um debate nacional sobre o que é arte e o que é obscenidade na maior indústria de entretenimento do país.
A legislação já aprovada é, segundo o governo da capital japonesa, uma tentativa de proteger crianças de “imagens sexuais extremas”, como estupro, incesto ou qualquer ato que na vida real é crime. Para os criadores, no entanto, as regras são um golpe contra a liberdade de expressão, redigidas por quem não entende os significados de uma cultura pop que faz parte do dia a dia dos japoneses. Os personagens de cabelos espetados e olhos imensos dos mangás e animês influenciam a moda, a música e o cinema do país e ajudaram o Ocidente a conhecer melhor o enigmático Japão.
Em Tóquio, HQs e animações pornográficas são vendidas em livrarias especializadas, mas revistas com traços eróticos podem ser compradas em qualquer loja de conveniência. O principal crítico do que considera excesso dos desenhos é o governador de Tóquio, Shintaro Ishihara, que lançou uma campanha para “promover o desenvolvimento saudável dos jovens japoneses”. As novas regras exigem que a própria indústria se autorregule, reduzindo representações sexuais e controlando a venda de produtos para menores. Mas a decisão sobre se houve ou não infração – sujeita a pesadas multas – ficará em mãos oficiais. Associações de pais e professores apoiaram a iniciativa, mas os opositores dizem que a lei, que entra em vigor em abril, é ambígua e permite interpretações arbitrárias.
- Existe o perigo de que a lei não pare na análise de conteúdo sexual, restringindo histórias com qualquer desenho de atividades ilegais. Uma grande quantidade de poder está sendo depositada nas mãos de um pequeno grupo de burocratas, autorizados a decretar padrões morais para todos – acredita o escritor Patrick Galbraith, pesquisador da Universidade de Tóquio e autor da “Enciclopédia Otaku”, um manual sobre o mundo pop japonês.

A Sociedade Japonesa para Estudo dos Cartoons e Quadrinhos, que reúne acadêmicos, condenou a nova legislação, lembrando que as administrações regionais já têm seus códigos de proteção a menores, com regras que definem como e onde vender leituras e vídeos classificados como impróprios. Os especialistas afirmam que o texto ignora características fundamentais dos desenhos japoneses, além do direito de escolha do público adulto.
- A cultura do mangá sofrerá imensamente com esse controle. Essas histórias se tornaram tão populares porque tratam crianças com seriedade, mas também apelam para o lado infantil no coração dos adultos. As representações eróticas e sexuais dos mangás são totalmente diferentes da pornografia ocidental, porque estão embutidas numa narrativa e geralmente ligadas a humor. Não estão presas a realismo, pelo contrário, brincam com sinais e riem da natureza humana – diz a professora Jaqueline Berndt, diretora do International Manga Research Center, da Universidade Seika, em Kioto.
O assunto mobiliza os artistas da área, fãs e até o primeiro-ministro, Naoto Kan, que defendeu a proteção de um desenvolvimento infantil saudável, mas também ressaltou a importância da exportação dos desenhos made in Japan, que podem falar tanto do heroísmo de samurais quanto de assuntos inofensivos, como gastronomia. O país está perdendo espaço para a China em todos os campos, mas o pop japonês ajuda a divulgar a imagem de um Japão que ainda tem influência global. É o que o discurso oficial passou a chamar de Cool Japan.
- Um mangá purificado desapontará não apenas os japoneses, mas também os fãs estrangeiros. Sob restrições, essa cultura deixa de ser cool – diz a professora Jaqueline, que acusa o governo de Tóquio de ter transformado o combate à pornografia infantil numa campanha populista, deixando de lado material bem mais problemático acessível, por exemplo, na web.
Jornais publicaram editoriais alertando para o perigo da censura, mas também deram voz a quem acredita que a linha entre a fantasia e a realidade foi cruzada de maneira nociva. “Proteger a liberdade de expressão significa aceitar que adultos vejam crianças como objetos sexuais?”, questionou num manifesto uma organização de pais e alunos das escolas primárias de Tóquio.
A legislação já aprovada é, segundo o governo da capital japonesa, uma tentativa de proteger crianças de “imagens sexuais extremas”, como estupro, incesto ou qualquer ato que na vida real é crime. Para os criadores, no entanto, as regras são um golpe contra a liberdade de expressão, redigidas por quem não entende os significados de uma cultura pop que faz parte do dia a dia dos japoneses. Os personagens de cabelos espetados e olhos imensos dos mangás e animês influenciam a moda, a música e o cinema do país e ajudaram o Ocidente a conhecer melhor o enigmático Japão.
Em Tóquio, HQs e animações pornográficas são vendidas em livrarias especializadas, mas revistas com traços eróticos podem ser compradas em qualquer loja de conveniência. O principal crítico do que considera excesso dos desenhos é o governador de Tóquio, Shintaro Ishihara, que lançou uma campanha para “promover o desenvolvimento saudável dos jovens japoneses”. As novas regras exigem que a própria indústria se autorregule, reduzindo representações sexuais e controlando a venda de produtos para menores. Mas a decisão sobre se houve ou não infração – sujeita a pesadas multas – ficará em mãos oficiais. Associações de pais e professores apoiaram a iniciativa, mas os opositores dizem que a lei, que entra em vigor em abril, é ambígua e permite interpretações arbitrárias.
- Existe o perigo de que a lei não pare na análise de conteúdo sexual, restringindo histórias com qualquer desenho de atividades ilegais. Uma grande quantidade de poder está sendo depositada nas mãos de um pequeno grupo de burocratas, autorizados a decretar padrões morais para todos – acredita o escritor Patrick Galbraith, pesquisador da Universidade de Tóquio e autor da “Enciclopédia Otaku”, um manual sobre o mundo pop japonês.

A Sociedade Japonesa para Estudo dos Cartoons e Quadrinhos, que reúne acadêmicos, condenou a nova legislação, lembrando que as administrações regionais já têm seus códigos de proteção a menores, com regras que definem como e onde vender leituras e vídeos classificados como impróprios. Os especialistas afirmam que o texto ignora características fundamentais dos desenhos japoneses, além do direito de escolha do público adulto.
- A cultura do mangá sofrerá imensamente com esse controle. Essas histórias se tornaram tão populares porque tratam crianças com seriedade, mas também apelam para o lado infantil no coração dos adultos. As representações eróticas e sexuais dos mangás são totalmente diferentes da pornografia ocidental, porque estão embutidas numa narrativa e geralmente ligadas a humor. Não estão presas a realismo, pelo contrário, brincam com sinais e riem da natureza humana – diz a professora Jaqueline Berndt, diretora do International Manga Research Center, da Universidade Seika, em Kioto.
O assunto mobiliza os artistas da área, fãs e até o primeiro-ministro, Naoto Kan, que defendeu a proteção de um desenvolvimento infantil saudável, mas também ressaltou a importância da exportação dos desenhos made in Japan, que podem falar tanto do heroísmo de samurais quanto de assuntos inofensivos, como gastronomia. O país está perdendo espaço para a China em todos os campos, mas o pop japonês ajuda a divulgar a imagem de um Japão que ainda tem influência global. É o que o discurso oficial passou a chamar de Cool Japan.
- Um mangá purificado desapontará não apenas os japoneses, mas também os fãs estrangeiros. Sob restrições, essa cultura deixa de ser cool – diz a professora Jaqueline, que acusa o governo de Tóquio de ter transformado o combate à pornografia infantil numa campanha populista, deixando de lado material bem mais problemático acessível, por exemplo, na web.
Jornais publicaram editoriais alertando para o perigo da censura, mas também deram voz a quem acredita que a linha entre a fantasia e a realidade foi cruzada de maneira nociva. “Proteger a liberdade de expressão significa aceitar que adultos vejam crianças como objetos sexuais?”, questionou num manifesto uma organização de pais e alunos das escolas primárias de Tóquio.
Deus, essa gostosa
Postado em Quadrinhos em outubro 1, 2010 por SchaffnerSe tiver dificuldade para ler, clica na figura.
Obra do Rafael. Passa lá no blog do cara
Traço punk
Postado em Quadrinhos em setembro 29, 2010 por SchaffnerMatéria publicada hoje em Zero Hora, escrita pelo Ivan Finotti, da Folha, sobre a mais punk das HQs
Já em 1978 Ranxerox causava polêmica. Batia em bebês, fazia sexo com uma menina de 12 anos e se drogava cheirando cascolar. As críticas vieram de todos os lados, considerando o personagem amoral, violento, alienado, alienante. Mais ou menos o mesmo que se falava dos Sex Pistols.
Mas em vez de alfinetes na camiseta (como Johnny Rotten) e cortes no próprio peito (como Sid Vicious), Ranxerox tinha uma tampa de panela na cabeça – que lhe escondia os circuitos cerebrais – e distribuía porradas a torto e a direito. Era um robô ultraviolento, montado a partir de uma máquina fotocopiadora e apaixonado por uma ninfeta mal-humorada que o fazia de escravo, seja sexual, seja para mandá-lo conseguir heroína.
Defensores do robô evocam a profunda crítica aos valores de uma sociedade doente, blablablá. O fato é que Ranxerox foi uma das criações mais influentes, mais amadas e mais odiadas no último período realmente revolucionário das HQs, a década de 1980.
Trinta anos depois, finalmente publicado completo no Brasil, Ranxerox choca menos. Mas só um pouquinho menos, o leitor vai perceber. A ultraviolência, mesmo depois de levada às telas em movimento liderado por Tarantino, ainda dói no papel.
Muito do choque se deve a Tanino Liberatore, que criou uma arte ultrarrealista, cheia de sombras e tons pastéis, inédita para a época. Mas o cérebro positrônico vem mesmo de Stefano Tamburini, o criador do personagem. Figura do movimento estudantil italiano dos anos 1970, foi o líder da geração de quadrinistas que criou revistas fundamentais e cultuadas, como a Cannibale (na qual Ranxerox estreou, em preto e branco, em 1978) e a Frigidaire (na qual o personagem ganhou cor, em 1980).
O fato de Tamburini ter morrido de overdose em 1986 não é detalhe. Em primeiro lugar, contribuiu para elevá-lo ao panteão dos incompreendidos que povoam o céu pop. Em segundo, deixou Ranxerox interminado. Foi só em 1997 que Liberatore se uniu ao roteirista francês Alain Chabat para dar um fim à trajetória infame do anárquico personagem. Essa história está no álbum publicado agora no Brasil, em capa dura, assim como as aventuras iniciais em preto e branco. Parte desse pesadelo havia sido publicada aqui pela Animal, desde 1988.
E, agora, um parágrafo para uma das mais carismáticas personagens da série, que aparece em poucos, mas inesquecíveis quadrinhos: a minifilha da mãe Carmencita. Com três anos e meio e problemas fonéticos semelhantes aos do Cebolinha, ela já encanta em sua primeira aparição, quando exclama: “Cai fola, calalho!’’. É a pura arte italiana.
Umidade alcoólica
Postado em Quadrinhos em setembro 10, 2010 por Schaffner
Puta sacada do Galhardo, deveras útil na temporada de seca brasiliense.
Humor sucinto e preciso
Postado em Cinema, Quadrinhos em setembro 10, 2010 por SchaffnerTrailer do documentário Malditos Cartunistas, dirigido por Daniel Garcia e Daniel Paiva. Só mestre falando sobre a arte de tirar sarro com poucos traços. Divirta-se
Matemática filosofal
Postado em Quadrinhos em julho 4, 2010 por SchaffnerBertrand Russel, um dos mais ácidos iconoclastas inglees, ganhou uma biografia em quadrinhos. Quem escreve sobre a graphic novel é a Raquel
Foi a matemática que salvou Bertrand Russell (1872-1970) de seus arroubos suicidas juvenis. A noção que o filósofo e matemático inglês tinha desse fato, que ele tornaria público tempos depois na autobiografia Greek Exercises, ajuda a entender por que, dentre os tantos gênios da ciência exata no século passado, foi ele o escolhido para protagonizar a graphic novel Logicomix, recém-lançada pela WMF Martins Fontes.
Publicada na Grécia em 2008, Logicomix pode ser definida numa sinopse mais apressada como uma trama sobre a busca pelos fundamentos lógicos da matemática. Mas, fosse apenas uma espécie de manual para iniciantes, não teria arrebatado público ao ponto de liderar a lista de HQs mais vendidas do New York Times por semanas a fio e, ao mesmo tempo, arrancado elogios derramados da crítica internacional. “Queríamos uma história sobre as pessoas e as paixões que moveram suas ideias”, diz o roteirista Apostolos Doxiadis, em conversa por telefone com o Estado, de Atenas. A proposta aumentou a complexidade da narrativa, cuja elaboração exigiu dois anos de discussões e outros cinco para roteiro e arte, com uma equipe que incluía o especialista em lógica Christos H. Papadimitriou e os desenhistas Alecos Papadatos e Annie Di Donna.
Um lógico ciente de suas fraquezas era o personagem ideal para humanizar essa história. Descendente de nobres, Russell foi, além de filósofo e matemático, ativista político, ícone do pacifismo e galanteador incorrigível (casou-se quatro vezes, teve três filhos e apaixonou-se pela mulher de seu mais duradouro parceiro intelectual, Alfred North Whitehead). “Ele era muitos. Mudou várias vezes de ponto de vista, de filosofia, de posição política. Quando alguém fala sobre Russell, a questão é sobre qual está falando, qual idade, qual mentalidade, qual teoria. A única coisa que permaneceu por toda a vida foi a insatisfação com o que não podia explicar”, analisa Doxiadis. Por esse aspecto, Logicomix engloba vários Russells, já que o segue da segunda metade da década de 1870 até 1939. E se dá o direito de alguma “liberdade quadrinística”, inclusive nas participações de nomes célebres como Kurt Gödel, Gottfried Leibniz e Ludwig Wittgenstein.
O resto da matéria tá lá na biblioteca da Raquel
Silêncio ilustrado
Postado em Quadrinhos em julho 1, 2010 por SchaffnerMatéria publicada hoje na Zero Hora, de autoria do Carlos André Moreira, do Mundo Livro, sobre Cachalote, a HQ de Rafa Coutinho e Daniel Galera. Já tá na minha lista de encomendas.
Cruzamento entre as artes visuais e literárias, os quadrinhos são uma forma bastante apropriada para narrar histórias carregadas de silêncios, não apenas no conteúdo mas na estrutura da narrativa. É o que fazem o escritor Daniel Galera e o artista Rafael Coutinho na graphic novel Cachalote, que ambos autografam hoje às 19h, na Palavraria Livraria e Café (Vasco da Gama, 165): alternam seis histórias que abordam solidões por meio de avassaladores silêncios.
Fruto de uma colaboração entre Galera e Coutinho gestada ao longo de três anos, Cachalote é o primeiro título nacional publicado pelo selo de quadrinhos da Companhia das Letras – que já editou no Brasil grandes obras gringas como Breakdowns, de Art Spiegelman; O Chinês Americano, de Gene Luen Yang, e Jimmy Corrigan, de Chris Ware. A obra de Coutinho e Galera é também o primeiro exemplar de uma série organizada por Joca Reiners Terron e Andre Conti reunindo escritores da nova geração de autores nacionais com jovens ilustradores – estão em produção, por exemplo, O Nome da Cidade, de Emílio Fraia e DW, e V.I.S.H.N.U., de Ronaldo Bressane e Fabio Cobiaco.
De pronto o que se destaca no trabalho de Galera e Coutinho é a plena interação narrativa que a dupla conseguiu. Cachalote intercala histórias que correm em paralelo mas nunca se cruzam – e que inevitavelmente se empobrecem na tentativa de resumo, mas vá lá. Em uma delas, um astro chinês decadente vem ao Brasil para a divulgação de um filme e se torna suspeito de um crime. Em outra, um casal já separado mantém conexão através de longas conversas em encontros esporádicos. Um escultor é convidado para viver um personagem semelhante a ele próprio em um filme; um jovem playboy é expulso de casa e mandado para um exílio em Paris. Um rapaz adepto da arte erótica do bondage conhece a mulher dos seus sonhos, mas ela é frágil demais para suas fantasias.

Quando se fala em silêncios em Cachalote, fala-se de uma narrativa que se sustenta no desenho e no diálogo, sem o uso dos textos narrativos que correspondem, no gênero quadrinhos, a um narrador onisciente. Os personagens agem, e os vemos pelos desenhos detalhistas e de forte contraste entre linhas nervosas, amplos espaços claros e sombras intensas. Extensas passagens sem texto instalam no leitor esse silêncio que é também o dos personagens entre si – eles falam, e os lemos, por vezes balbuciantes, com dificuldades para comunicar seu universo interior, que é, no fim, o centro da narrativa. Universos incomunicáveis, que tropeçam na barreira das palavras.
Dylan em quadrinhos
Postado em Quadrinhos em junho 12, 2010 por SchaffnerAlgumas das mais cáusticas letras do rock, de Dylan, por supuesto, viraram agora graphic-novel. Bob Dylan Revisited: 13 Graphic Interpretations of Bob Dylan’s Songs custa 16,47 dólares no Amazon. Vi lá no Boo Monster Boop.
Elvis no gibi
Postado em Quadrinhos em junho 7, 2010 por Schaffner
Olha que legal a descoberta do Lerina. Vem aí um gibi com a biografia do Elvis Presley. Aspas para o Lerina:
“A editora gaúcha 8inverso - que lançou no Brasil no ano passado uma biografia em quadrinhos do cantor country americano Johnny Cash, desenhada pelo alemão Reinhard Kleist – acaba de comprar os direitos de publicação no país da graphic novel ELVIS. A obra, organizada por Kleist e Titus Ackermann, reúne alguns dos melhores quadrinistas da atualidade na Alemanha, que produziram uma coleção de 10 histórias curtas sobre a vida de Elvis Presley.
Cada episódio é assinado por grandes quadrinistas alemães como Nic Klein, Uli Oesterle, Isabel Kreitz e Thomas von Kummant.Publicado na Alemanha em 2007, o livro foi lançado naquele mesmo ano na França e editado em abril passado na Holanda. O álbum chegará às livrarias brasileiras antes mesmo de receber uma versão em inglês na terra natal de Elvis.”






































































